As pedreiras da cidade de Jaguarão e o

“O CERRO DA PÓLVORA”


Possivelmente tenha sido este acidente geográfico que tenha inspirado a primeira denominação oficial de Jaguarão, quando, entre 04 e 10 de fevereiro de 1802, às margens do rio Jaguarão, Manoel Marques de Souza, depois de Ter inscursionado sobre “Cerro Largo”, no Uruguai, instalou ali a GUARDA DA LAGOA E DO CERRITO.

O Cerro da Pólvora é um complexo, que compreende, hoje, o Parque Municipal Dr. Fernando Corrêa Ribas, as ruínas da antiga Enfermaria Militar (diga-se, um dos mais imponente edifícios que já tivemos nesta localidade) e as pedreiras, ao fundo da Enfermaria, sobre o “topo” do referido Cerro.

Em 1979 aventei ao então Prefeito Aldo Francisco Rosa que iniciasse um processo de estabilização das ruínas e, no pátio interno, fosse construída, de rocha basáltica (extraída das pedreiras), uma CONCHA ACÚSTICA, formando o todo um Teatro de Verão. Outrossim, referido teatro de verão poderia ser instalado no interior das pedreiras, que providencialmente são idênticas às existentes em Curitiba e onde foi construída um espaço para apresentações culturais.

Isto não descarta a possibilidade da reconstrução integral da Enfermaria Militar (que é um próprio do Exército Nacional – Patrimônio da União), que serviria para atividades culturais variadas, inclusive, quiçá, para instalar oficinas públicas ligadas, por exemplo, às atividades comerciais, consulares, etc. de interesse do MERCOSUL.

O Cerro da Pólvora é um mirante natural da cidade e da região e, portanto, objeto do maior interesse turístico-cultural desta fronteira.

Eduardo Alvares de Souza Soares

 

A recuperação destas 2 pedreiras, atrás do prédio da Enfermaria, está prevista no projeto.As pedreiras fornecem material e possibilidade de emprego na construção do monumento, e posteriormente podem ser aproveitadas como locais de cultura, como palco de teatro, por exemplo.

 

Enfermaria, ruina vista da cidade

Vista da cidade do alto da Enfermaria